
Engenheiro Mecânico, formado pelo CEFET-RJ em 1993, ingressou na Petrobras em 2001, onde cursou Engenharia de equipamentos com ênfase em dutos e, atualmente, trabalha como Consultor em Sistemas Anticorrosivos (Proteção Catódica e Revestimento).
A experiência de 25 anos inclui atuação no controle do procedimento de aplicação de esquemas de pintura em empreendimentos, como pinturas e revestimentos de dutos, plataformas, refinarias e equipamentos. Atua, ainda, na implantação de soluções robóticas para a aplicação de revestimentos anticorrosivos.
Vivência profissional: Na área de treinamento, atua como professor na Universidade Petrobras e na Universidade PUC e, ainda, em diferentes empresas, ministrando as disciplinas de Sistemas Anticorrosivos (Proteção Catódica e Revestimento).
Colabora na elaboração e revisão das normas ISO, ABNT e da PETROBRAS desde o ingresso na Petrobras.

Mestre em Engenharia de Automação e Sistemas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Com especialização pelo Programa de Formação de Recursos Humanos (PRH-34 ANP/PETROBRAS) nas áreas de Controle, Automação e Instrumentação aplicadas às Indústrias de Petróleo e Gás. Graduada em Engenharia Eletrônica.
Vivência profissional: Possui 15 anos de experiência nas áreas de automação e controle. Há sete anos integra a equipe de pesquisadores do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura e Processamento a Laser, atuando como Engenheira de aplicações em projetos de desenvolvimento, integração e validação de máquinas voltadas à funcionalização de superfícies. 15 anos de experiência em automação e controle

O Capitão-Tenente Mauricio Peixoto Scapolatempore é oficial temporário da Marinha do Brasil, servindo como Encarregado da Divisão de Água de Lastro e Bioincrustação desde 2019 na Diretoria de Portos e Costas
Possui Doutorado em Biotecnologia Marinha pelo IEAPM/UFF e Mestrado em Biologia Marinha pela Universidade Federal Fluminense.
Vivência profissional: Atuando desde a graduação na temática de endemismo e invasibilidade de organismos bioincrustantes.
Resumo da palestra:
Uma vez que não há tratados internacionais obrigatórios sobre gestão da bioincrustação, alguns países adotaram normas nacionais compulsórias. No Brasil, apenas plataformas de petróleo e gás possuem exigências relacionadas, no âmbito do licenciamento ambiental.
Sendo assim, a Autoridade Marítima Brasileira, com base nas diretrizes da IMO, em regulações estrangeiras, e especificidades brasileiras elaborou o quarto capítulo da NORMAM-401/DPC. A norma aplica-se a embarcações acima de 24 metros que operem em Águas Jurisdicionais Brasileiras e estabelece requisitos como Plano e Livro de Registro de Bioincrustação, além de limites de bioncrustação para ingresso e navegação em diferentes regiões do litoral brasileiro. As sanções entram em vigor em 10 de junho de 2026, fortalecendo a biossegurança no ambiente aquático em conjunto com as regras de gestão da água de lastro.

Diretor Executivo da HM Rubber. Auditor, Consultor e Instrutor da AMPP (NACE nível 3), e Proprietário da Kratos Treinamentos e Consultoria Ltda. Pós-graduado com MBA em Gerenciamento de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro – FGV, concluído em Setembro de 2022.
Vivência profissional:
Resumo da palestra:
A palestra abordará a evolução dos revestimentos elastoméricos à base de borracha líquida como uma alternativa técnica moderna aos sistemas tradicionais de pintura anticorrosiva. Serão discutidos os fundamentos de desempenho do material, como elasticidade, memória de recuperação, aderência e impermeabilidade, e como essas propriedades se traduzem em maior durabilidade e confiabilidade em ambientes industriais severos, incluindo classes C5 e CX da ISO 12944.
O conteúdo também trará uma visão técnica sobre os mecanismos da Corrosion Under Insulation (CUI), seus impactos operacionais e como novas soluções de revestimento podem atuar de forma preventiva e integrada. Serão apresentados conceitos de isolamento térmico por revestimento (TIC), resultados de ensaios laboratoriais normalizados, avaliações de campo e aplicações práticas em ativos industriais críticos, como tanques, flanges e estruturas metálicas.
A proposta é provocar uma reflexão técnica sobre simplificação de sistemas, ganho de performance, segurança operacional e redução de custos de manutenção, conectando norma, ensaio, aplicação e experiência prática de campo. Uma palestra voltada a profissionais que buscam soluções técnicas consistentes, baseadas em evidências e alinhadas às demandas atuais da indústria.

Doutora (2021) em Ciências na Área de Tecnologia Nuclear - Materiais pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, IPEN/USP (Brasil, São Paulo). Licenciatura e Mestrado (2013) em Engenharia de Materiais com Especialização em Processos Cerâmicos pela Universidade de Aveiro (Portugal, Aveiro).
Atua como Pesquisadora no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). Trabalha em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento multilaboratoriais com o setor público e privado na área de ciência dos materiais, síntese de partículas poliméricas, nano/compósitos polimérico, encapsulação de ativos, funcionalização de superfícies e tintas/revestimentos.
Resumo da palestra:
As tintas são elementos essenciais para a mitigação da corrosão; entretanto, os revestimentos hidrofóbicos convencionais frequentemente carecem da durabilidade de longo prazo necessária para condições tão agressivas. No âmbito de um dos projetos do OTIC (Offshore Technology Innovation Center), parceria entre o IPT e a USP, o foco é o desenvolvimento de revestimentos hidrofóbicos adaptados a ambientes offshore, visando à proteção de superfícies metálicas contra a corrosão. Revestimentos comerciais serviram de base para novas formulações, nas quais modificadores vêm sendo incorporados às formulações comerciais de tintas com o objetivo de aprimorar suas propriedades hidrofóbicas e anticorrosivas.

Everton Luiz de Araújo Souza é gerente de suporte e assistência técnica na Jotun Brasil, atuando há mais de 22 anos na área de pintura industrial, inspeção de revestimentos e soluções em proteção anticorrosiva. Possui uma trajetória sólida em inspeções de campo, suporte técnico, especificação de sistemas de pintura e desenvolvimento de equipes técnicas. É Inspetor de Pintura Certificado NACE Level III, possui certificação S-CAT (AMPP) e é Certificado FROSIO Nível 3, reunindo assim qualificação avançada para atuação em projetos de alta complexidade industrial, offshore e naval.

Engenharia Metalúrgica, Universidade de Santiago de Chile USACH. MBA em Gestão Industrial, Fundação Getúlio Vargas.
28 anos de experiência na indústria de galvanização por imersão a quente nos mercados do Chile e do Brasil.
Vivência profissional: Gerente de Unidade de Negócios na bbosch Galvanização do Brasil, planta Jundiaí, São Paulo. Coordenador da Comissão de Estudo CE-43 da Associação Brasileira de Corrosão, ABNT, na revisão da norma técnica de galvanizado por imersão a quente ABNT NBR 6323.
Palestrante no Brasil do Instituto da Cadeia do Zinco (IZC).
Resumo da palestra:

Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e doutorado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
É docente da UFRJ há mais de 30 anos, atualmente lotada no Departamento de Metalurgia e Materiais, membro do Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem – LNDC. Exerce atividades acadêmicas em graduação e pós-graduação, além de P&D na área de corrosão, com ênfase em revestimentos.
Resumo da palestra:
A tecnologia de tintas de isolamento térmico tem origem na construção civil e foi adotada na indústria do hemisfério norte há algumas décadas. No Brasil, seu uso é mais recente. Com o objetivo de aprofundar conhecimento sobre essa tecnologia e definir as melhores condições de uso em nossos ambientes, Petrobras e LNDC vêm caracterizando o desempenho de produtos comerciais, com estreita colaboração de fornecedores desde 2019. O objetivo dessa palestra é apresentar os fundamentos dessa tecnologia e um resumo dos principais resultados experimentais obtidos, com abordagem holística, incluindo propriedades térmicas, viscoelásticas e relacionadas com corrosão. Finalmente, serão apresentados procedimentos experimentais simples para: i) dimensionamento preliminar de espessura; ii) comportamento da película com aporte térmico e iii) compatibilidade com esquemas de pintura complementares.

Engenheiro Químico graduado pela UFRRJ em 1976, com uma trajetória profissional, próxima de completar 50 anos, dedicada à proteção anticorrosiva. Iniciou sua carreira no setor industrial como químico formulador de tintas e, de 1979 a 2013.
Atuou como pesquisador do Cepel (Eletrobras) no Laboratório de Corrosão, onde se aposentou e consolidou sua expertise na área de corrosão.
Vivência profissional: Referência no ensino técnico, é instrutor do Cursos de Inspetor de Revestimentos (N1 e N2) da ABRACO desde 1987. No âmbito acadêmico e científico, possui mais de 150 trabalhos de pesquisa publicados sobre revestimentos anticorrosivos, pintura industrial e galvanização. Sua capacitação técnica foi reconhecida com cinco premiações de prestigiadas instituições nacionais e internacionais, como ABRAFATI, ABTS e AICOP (Associação Iberoamericana de Corrosão)
Autor do livro “Pintura Anticorrosiva: Falhas e Alterações nos Revestimentos”.
Coautor do livro “PATINA – Proteção Anticorrosiva de Metais nos Países da Iberoamérica”.

Doutor em Ciência e Tecnologia de Polímeros (2025), graduado em Química Industrial (2004) e em Licenciatura em Química (2008) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Atualmente, no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras (CENPES) atua na área de materiais e corrosão, com foco em revestimentos poliméricos anticorrosivos
Resumo da palestra:
Ativos offshore estão sujeitos a ambiente altamente corrosivo ao aço carbono. Além disso, eles dispõem de limitado efetivo de mão de obra a bordo para realizar reparos em pontos de corrosão originados em danos corriqueiros à pintura, sejam de ordem natural (desgaste/envelhecimento) ou por meio mecânico (provocados por impacto). Por essa razão, atividades contínuas de preservação cooperam para mantenimento da integridade. Nesse sentido, visando tornar mais ágil a primeira ação de resposta à corrosão inicial causada pelo dano à pintura, revestimentos de aplicação simples são desejados. No entanto, qual é a fronteira entre preservação e manutenção? Quais estratégias podem contribuir para maximizar a garantia da integridade anticorrosiva?